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No Museu do Piauí, na Praça da Bandeira, em Teresina-PI está conservado um curioso monumento ou o que sobrou dele. É uma parte do frontão, inserida naqueles coroamentos geralmente triangulares que encimam e decoram os edifícios antigos ou igrejas, possuindo motivos variados e as vezes a data do edifício, como é o caso deste.

Trata-se de uma peça de pedra, rústica e irregularmente talhada, na qual estão esculpidos em alto relevo dois motivos serpentiformes em S invertidos e entre eles, no alto, algo como uma insígnia real ou episcopal.  No meio, pode-se observar entalhada a inscrição IMI e abaixo a data de 1772. O símbolo IMI refere-se à família de Jesus em latim (Jesus, Maria, José/ Iesus-Maria- Iosephus).

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A MISTERIOSA PEDRA DO FRONTÃO DE UMA ANTIGA IGREJA DE VALENÇA EM TERESINA.

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Nas margens lajeadas do intermitente riacho Pouca Vergonha, uns 70 metros da secular construção de pedras Casa da Pólvora, está o mais intrigante dos mistérios da antiga capital do Piauí, Oeiras, localizada na porção central do Estado, a uns 340 km ao sul de Teresina.


IMAGEM DA PRAÇA PRINCIPAL DA HISTÓRICA OEIRAS



A MULTISSECULAR CASA DA PÓLVORA

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Lendo sobre a história de Parnaíba me deparei com essa interessante passagem:

”..Em 1711 com a ajuda do coronel Pedro Barbosa Leal e alguns moradores, João Paulo Diniz constrói em Parnaíba uma pequena capela para Nossa Senhora de Mont Serrat, imagem vinda de Portugal, e que foi venerada como Padroeira da Feitoria, mas a imagem fora levada à Matriz de Piracuruca em 1712, devido aos ataques dos índios tremembés na feitoria....”

Fonte: http://www.parnaiba.pi.gov.br/website/pages/historia

Tive a curiosidade de fotografar a pequena capela localizada na Rua Duque de Caxias, próximo ao Porto das Barcas em Parnaíba e em seguida em Piracuruca registrei a imagem, que segundo o relato histórico acima, foi trazida para a Matriz de N. S. do Carmo em Piracuruca em 1712, onde permanece até os dias de hoje.

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Um apanhado sobre os principais templos, motivos, símbolos e festas religiosas do Estado.