O comércio de escravos na antiga publicidade piauiense

Na segunda metade de 1832 surgiu na antiga capital Oeiras o primeiro jornal Piauiense, chamado "O PIAUIENSE", do qual não nos restou nenhum exemplar. Possuímos cópias de exemplares do sexto jornal, de nome “O TELÉGRAFO”, também impresso em Oeiras na Tipografia Provincial em 1839.

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EXEMPLAR Nº 1 DO JORNAL OEIRENSE “O TELÉGRAFO”, DE 7 DE NOVEMBRO DE 1839. 

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A fábrica de bebidas Estrella na Praça Saraiva-Teresina

Nas primeiras décadas do século XX muitas fábricas de produtos ditos essenciais, consumistas, afloraram em Teresina. Geralmente eram de mercadorias que eram encarecidos por virem de longe, portanto fora do alcance das classes economicamente menos favorecidas.

Estas pequenas indústrias vinham então, para suprir o mercado consumidor de Teresina e parte do estado do Piauí e do Maranhão. Geralmente tiveram duração efêmera, como a fábrica de Cigarros Condor, já apresentado como matéria neste site. Outras tiveram maior durabilidade, como a Fábrica de Tecidos Piauienses, com aproximadamente meio século de durabilidade, ali onde hoje é o Lojão Paraíba.

A imagem abaixo mostra uma quase desconhecida Fábrica Estrela de Bebidas, instalada na Praça Saraiva, do empreendedor J.F Carreira & Cia.

 Nas primeiras décadas do século XX muitas fábricas de produtos ditos essenciais, consumistas, afloraram em Teresina. Geralmente eram de mercadorias que eram encarecidos por virem de longe, portanto fora do alcance das classes economicamente menos favorecidas.

Estas pequenas indústrias vinham então, para suprir o mercado consumidor de Teresina e parte do estado do Piauí e do Maranhão. Geralmente tiveram duração efêmera, como a fábrica de Cigarros Condor, já apresentado como matéria neste site. Outras tiveram maior durabilidade, como a Fábrica de Tecidos Piauienses, com aproximadamente meio século de durabilidade, ali onde hoje é o Lojão Paraíba.

A imagem abaixo mostra uma quase desconhecida Fábrica Estrela de Bebidas, instalada na Praça Saraiva, do empreendedor J.F Carreira & Cia.

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FABRICA DE BEBIDAS ESTRELA. AUTOR DA IMAGEM DESCONHECIDO. REPRODUÇÃO.

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A antiga fábrica de cigarros Condor em Teresina

Até a primeira metade do século XX era comum as cidades maiores possuírem suas próprias indústrias de tabaco. Eram geralmente de porte pequeno e médio e serviam aos mercados locais e até regionais.

A Souza Cruz foi fundada como uma empresa pequena, com apenas 16  funcionários, no Rio de Janeiro em 25 de abril de 1903 pelo jovem imigrante português Albino Souza Cruz (1869-1966), que nesta data passou a produzir os primeiros cigarros enrolados em papel no Brasil.

Mas eram necessários mais recursos e aporte de tecnologia para que a empresa pudesse acelerar seu ritmo de crescimento. E, para atingir esses objetivos, em 1914, Albino Souza Cruz transformou a companhia em uma sociedade anônima, passando o controle acionário ao grupo British American Tobacco. Era o início do fim das dezenas de fábricas independentes do Brasil, agonia que se aceleraria a partir dos anos 1950 e culminaria nos anos 1960.

Aqui no Piauí, em Teresina, na Rua Paissandu nº 22 tinha uma destas indústrias. Era a Fábrica de Cigarros Condor, fundada em 1905.

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IMAGEM ANTIGA DA TABACARIA CONDOR. PARECIA TRABALHAR COM POUCOS FUNCIONÁRIOS. FOTO DE AUTORIA DESCONHECIDA, DE DOMÍNIO PÚBLICO E ENVIADA AO SITE TERESINA MEU AMOR POR LALINHA ANDRADE. 

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A propaganda já era a “alma do negócio” nos tempos antigos

Empresas, lojas, profissionais liberais e até o Poder Público sempre se utilizaram da mídia impressa para levar adiante o conhecimento de suas mercadorias, serviços, propostas, editais, etc. Muitas empresas desapareceram com o passar do tempo, notadamente as familiares. Profissionais liberais foram desaparecendo dando lugar a outros com propostas mais avançadas e inovadoras em termos publicitários.

Os “reclames” eram relativamente “infantis” para nosso moderno entendimento. Mas escreveram sua história na mídia piauiense.

Abaixo alguns anúncios antigos publicados em jornais e revistas muito antigos do Piauí:

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JORNAL “O ARTISTA”, PARNAÍBA. ÓRGÃO DE PROPAGANDA DA SOCIEDADE UNIÃO PROGRESSISTA DOS ARTISTAS MECÂNICOS E LIBERAIS DE PARNAÍBA. DIRETOR GERENTE: JOÃO BEZERRA LEITE. Nº 1, ANO I, 15 DE AGOSTO DE 1919.

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