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Fatos curiosos, locais e pessoas folclóricas

O sineiro da minha terra

Muita gente já falou do sineiro de sua terra. Quero me permitir contar também a história do sineiro de Piracuruca, onde o velho campanário tinha o som mais melodioso do mundo, principalmente quando era tocado por Manoelzinho, personagem já conhecido de outra história de nossa memória.

Manoelzinho era sacristão, mestre-escola e delegado de polícia. Foi em todo Brasil, o primeiro delegado a aplicar o “Espírito da Lei”, quando decidiu não castigar um pobre homem que, para alimentar sua numerosa prole, abateu um boi alheio. Manoelzinho não só convenceu o dono do boi da inocência do caboclo, como ainda autorizou o faminto a vender o couro do animal ali próximo, no comércio do Senhor Mendes, que além de fazer melhor preço era seu amigo e compadre.

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O vestido da Chiquinha

Nos meu tempo de menino o caboclo do campo era chamado de morador. Amava Deus no céu e o patrão na terra. Fazia roça e pagava renda ao dono da terra. Jamais havia ouvido falar em reforma agrária. Vestia-se com o pior pano, um tecido ralo fabricado pela firma alemã Lundgren, proprietária das casas Paulistanas e Pernambucanas.

A seca de 1932 na região Nordeste foi calamitosa, obrigando o homem pobre do campo a migrar para a parte ocidental, onde a seca era amena.

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Sete Cidades: a saga do curandeiro Catirina

Uma das figuras folclóricas mais conhecidas e decantadas de todos os tempos do atual Parque Nacional de Sete Cidades, norte do Piauí, é, sem dúvidas, a do velho curandeiro Catirina, cearense cujo nome era José Ferreira do Egito (? – 1946).

A gruta onde viveu como um troglodita durante uma década é objeto de romarias e curiosidade até hoje. E não há turista ou curioso que visite o Parque e não se encante com a mística e trágica sina do ermitão.

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GRUTA DO CATIRINA, NA “QUARTA CIDADE” DO PARQUE NACIONAL DE SETE CIDADES.

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Forrozeiro Messias Holanda teve sua cobra esmagada em Teresina

Em julho de 1982 uma curiosa e confusa matéria jornalística do jornal teresinense O DIA despertou a curiosidade da população. O famoso cantor cearense de forro Messias Holanda (n.1939) perdeu tragicamente sua cobra num acidente em Teresina.

Em 1981 o forrozeiro gravou um LP (Olha do Tamanho da Bichona) onde fala de uma jiboia que ele teria "matado" de “varada”. Era época ainda do forró de duplo sentido e o cantor, que já havia gravado o famoso sucesso “Eu quero me trepar num pé de coco...” produziu seu disco com uma jiboia nas mãos, na capa e na contracapa.

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CAPA DO LP DE MESSIAS HOLANDA de 1981. REPRODUÇÃO.

 

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Cangaço em Castelo do Piauí: O cangaceiro que se escondia na Furna das Brotas

Os cangaceiros foram homens do Sertão que cansados da vida dura, da opressão dos coronéis e do Governo, viveram à margem das leis, fazendo as suas próprias, a chamada lei do cangaço. Originalmente eram, sertanejos, vaqueiros e jagunços de coronéis, mas por alguma insatisfação se debandaram para o Cangaço.

O Cangaço teve sua origem no final do século XVIII com José Gomes, vulgo Cabeleira e o mais famoso deles foi Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião que para muitos era bandido e para outros, herói. O término do cangaço ocorreu na época da era Vargas, pouco se sabe de histórias de cangaceiros no estado do Piauí. Por ser uma região limítrofe com o estado do Ceará, em Castelo do Piauí os cangaceiros passavam porque aqui era corredor migratório até o Maranhão e também lugar de vegetação seca, lugar os esses bravos e destemidos homens costumavam se esconder.

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O PESQUISADOR AUGUSTO JÚNIOR NUMA DAS GRUTAS DE BROTAS, CASTELO DO PIAUÍ. FOTO: AUGUSTO JR. 

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