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Personagens

Raimundo Costa, o ilustre fotógrafo piracuruquense

Nasceu em 12 de dezembro de 1919 na cidade de Acaraú(CE) e em 9 de abril de 1932 foi para o Maranhão na função de mucambo em busca de melhores condições de vida.

Em 11 de dezembro de 1938 sua mãe faleceu deixando uma filha de 5 anos. Decidiu ser pescador juntamente com um grupo de comboios no povoado Água Doce. Depois monta uma padaria na cidade de Porto Alegre, hoje, Luzilândia.

Já em 1941 veio para Esperantina e passando por Piracuruca pra vender azeite de coco teve sua bagagem e dinheiro roubados, ficando aqui na cidade e fazendo amizade com alguns piracuruquenses dentre eles o Senhor Gregório, José de Almeida, e suas esposas, o mesmo trabalhou e ganhou dinheiro por algum tempo na cidade.

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Francisco Lyra: um agroindustrial acima de seu tempo

Hoje é sinônimo de bom gosto e ótimo paladar. Os piauienses sabem com orgulho que na zona rural de Amarante, no Sítio Floresta se produz uma das mais renomadas e tradicionais cachaças do Piauí: a Lira! O sítio fica cerca de apenas seis km do centro da Cidade pela PI-130/BR-343, sendo alcançado através de uma vicinal do lado esquerdo.

Como tudo começou? Não foi um empreendimento súbito, mas na verdade secular e que progrediu aos poucos até alcançar a preferência dos melhores restaurantes piauienses e nacionais. Aliás, o próprio sítio é uma atração à parte. Porém parece que não foi lá que tudo começou, mas na Fazenda Santa Rosa, cerca de 12 km da cidade de Amarante, no mesmo sentido do Sítio Floresta.

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 ATUAL ENTRADA DO SÍTIO FLORESTA. FONTE: http://cidadeverde.com/temporeal/53745/morre-seu-ze-lira

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Raimundo Gomes das Neves, o piripiriense herói da Guerra do Paraguai

A Guerra do Paraguai foi um embate sangrento ocorrido no vizinho território paraguaio, onde a valente nação paraguaia pelejou com destemor contra a Tríplice Aliança (Brasil, Uruguai e Argentina). Essa guerra é considerada o maior conflito da América do Sul. A guerra começou em dezembro de 1864, terminando em março de 1870.

O Império brasileiro, para arrebanhar o maior número de voluntários, usou de diversos artifícios, como convocar escravos (com a promessa de liberdade, se porventura sobrevivessem) e anúncios patrióticos, em que se valorizava a participação de cada brasileiro com coragem e capacidade de guerrear contra os paraguaios.

Os jornais, em todo o Brasil, apelavam para o sentimento nativista brasileiro. Um exemplo disso foi publicado na edição de nº 02767 do “Correio Paulistano”. 

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Esperança Garcia

A escrava Esperança Garcia viveu na região de Oeiras na fazenda de Algodões, a mais ou menos 300 km de Teresina, propriedade esta que juntamente a outras dezenas de estâncias pertenciam à inspeção de Nazaré, onde é hoje o município de Nazaré do Piauí. Era uma das fazendas confiscadas dos jesuítas a mando do Marquês de Pombal (1790-1982) em 1759.

Apesar de sua revolucionária importância histórica, não se sabe quase nada sobre sua vida. O pouco que se sabe foi o suficiente para inserir a escrava na triste história da escravidão no Brasil. Esperança se destacou por ter sido corajosa a ponto de escrever uma carta ao governador do Piauí, Gonçalo Lourenço Botelho de Castro (? - ?), denunciando os maus tratos sofridos por ela, seus filhos e companheiras. A carta é datada de 06 de setembro de 1770.

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 PODEMOS IMAGINAR ESPERANÇA COMO UMA DESTAS ESCRAVAS. REPRODUÇÃO.

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Jovita Feitosa: a saga de uma mulher

Jovita Feitosa nasceu na cidade cearense de Tauá, região dos Inhamuns, em 8 de março de 1848 e faleceu no Rio de Janeiro, em 9 de outubro de 1867. Na verdade Jovita era o apelido familiar de Antônia Alves Feitosa, que passou para a galeria de filhas ilustres do Brasil como uma ultrapatriota voluntária na campanha militar brasileira para Guerra do Paraguai (1864-1869) no posto de sargenta.

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JOVITA FEITOSA COM SEU FARDAMENTO MILITAR RECOBERTO PARCIALMENTE POR UMA SAIA. AUTORIA DESCONHECIDA.

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