Warning: session_start(): Cannot send session cookie - headers already sent by (output started at /storage/ssd4/909/1073909/public_html/libraries/joomla/log/entry.php:1) in /storage/ssd4/909/1073909/public_html/libraries/joomla/session/session.php on line 531

Warning: session_start(): Cannot send session cache limiter - headers already sent (output started at /storage/ssd4/909/1073909/public_html/libraries/joomla/log/entry.php:1) in /storage/ssd4/909/1073909/public_html/libraries/joomla/session/session.php on line 531
História

Irmão de Lampião viveu no Piauí?

No Piauí mesmo o temível cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva (1897 ou1889-1938), vulgo Lampião, nunca pisou. Isso em que pese uma notícia de que travara um combate em forças policiais no sul dom Estado, porém mostramos aqui mesmo neste Portal que o ocorrido se deu no Ceará (vide na categoria História a matéria: Lampião esteve no Piauí?).

As sangrentas e polêmicas passagens do cangaceiro pelos sertões nordestinos nunca o trouxeram ao nosso Estado.

Mas, curiosamente há uma interessante, mas não provado relato de que um dos seus irmãos, o caçula, teria vivido algum tempo em Picos e depois em Valença do Piauí, centro do Estado.

 cl01.jpg - 30.96 KB
A HISTÓRIA DO SUPOSTO IRMÃO DE LAMPIÃO SE PASSA PARCIALMENTE NA PACATA VALENÇA DO PIAUÍ.

Leia mais: Irmão de Lampião viveu no Piauí?

O enigma dos pimenteiras

Em 1850 praticamente já não mais existiam indígenas no Piauí, pelo menos vivendo no seu habitat natural. O que restava eram hordas degeneradas, doentes e alcoolizadas, verdadeiros farrapos humanos. O glorioso passado se fizera distante. O presente era um martírio. O futuro imediato seria a hecatombe final...

Tremembés, tabajaras, jaicós, acaroás, rodeleiros, timbiras e outros. E ainda suas subdivisões ou denominações locais variadas... Nada mais de uma época de liberdade. A cultura do homem branco se impôs, através do genocídio (extermínio físico) e do etnocídio (extermínio cultural). Quando muito, sobreviveram geneticamente na miscigenação com o português, gerando o caboclo piauiense.

pim01.jpg - 49.35 KB
FAMÍLIA DE ÍNDIOS PIAUIENSES DURANTE UMA CAÇA. FONTE: http://www.donodanoticia.com. O SITE NÃO INDICA O NOME DO AUTOR DO DESENHO.

Leia mais: O enigma dos pimenteiras

Museu do Piauí: de sobrado residencial a Palácio do Governo

Localizado na Rua Areolino de Abreu, na antiga primordialmente largo do Amparo ou Largo do Palácio, depois Praça da Constituição, hoje Praça Marechal Deodoro (Praça da Bandeira) o Museu do Piauí é uma das mais importantes construções da história piauiense. Não se trata apenas de uma casa de cultura em um prédio antigo. Não é apenas um velho edifício que abriga relíquias e documentos de nosso glorioso passado. O próprio edifício é em si uma rica e suntuosa História de nosso Estado. A própria edificação guarda em suas espessas paredes importantes registros de nossa evolução histórica.

Sua tradição funcional é de um sobrado residencial, transformado sucessivamente em Palácio do Governo, Poder Judiciário e atualmente Museu do Piauí.

  mp01.jpg - 76.41 KB
FACHADA PRINCIPAL DO VELHO SOBRADO.

Leia mais: Museu do Piauí: de sobrado residencial a Palácio do Governo

Piracuruca na revolta dos Balaios

Quando a revolta dos Balaios, originária do Maranhão, explodiu sua ação guerrilheira para as terras do Piauí, a vila de Piracuruca esteve por diversas vezes sob ameaça de invasão. Nada de se estranhar, pois as insatisfações políticas varriam o país de todos os lados. O Piauí e o Maranhão, não só por serem Províncias limítrofes, compartilhavam dos mesmos descontentamentos. Aproveitando-se do momento, os rebeldes maranhenses espalharam sua influência por terras piauienses. 

Após algum tempo de luta, os objetivos revolucionários haviam-se subvertido para a prática do banditismo e ações de saqueadores. 

Os guerrilheiros de Manuel dos Anjos, "O Balaio", uniu-se ao bando do negro Cosme Bento das Chagas, que se auto-intitulava "Imperador e Tutor das Liberdades Bem-ti-vis". O termo Bem-ti-vis popularizou-se como apelido do Partido Liberal, que fazia oposição ao Partido Conservador no Maranhão. 

Em julho de 1839, a situação de Piracuruca era melindrosa. Havia quem abertamente apoiasse os acontecimentos do Maranhão, chegando mesmo a ser necessária a presença do prefeito de Parnaíba, José Francisco de Miranda Osório, para acalmar os ânimos dos muitos simpatizantes do movimento balaio. "Muito contribuiu para esta simpatia acontecer a passagem por aqui, algumas vezes, dos maiores líderes do movimento guerrilheiro: Raimundo Gomes, o chefe supremo dos balaios e Antônio José de Lima Pedregulho, seu braço direito". Anísio Britto (Páginas Piauyenses, 1928). 


CEMITÉRIO DOS BEM-TI-VIS
 

Leia mais: Piracuruca na revolta dos Balaios

O Mercado Central de Teresina na História

Ele faz parte da própria vida da cidade de Teresina, ao lado de magníficas construções oitocentistas da Praça Marechal Deodoro ou Praça da Bandeira. Quem dentre os teresinenses nunca andou no entremeio das bancas e quiosques de verduras, carnes, ferragens, utensílios domésticos e artesanatos do Mercado Central de Teresina, também conhecido como Mercado Velho ou Mercado São José? Antes da eclosão dos supermercados por ali as famílias, geralmente carregando sacolas ou cestos de fibras, escolhiam criteriosamente as melhores frutas e verduras e as carnes mais frescas, sem esquecer a pechincha. A urbe teresinense já gravitou em torno dele, que continua sendo um ponto de referência histórico, cultural e alimentício da Cidade.

Os alicerces do Mercado Velho foram implantados com a própria edificação da cidade pelo Conselheiro José Antônio Saraiva (1823-1895) em 1852, no então ponto de gravitação urbana da Cidade, a atual Praça da Bandeira. O logradouro foi chamado inicialmente de Largo do Palácio em alusão ao Palácio Governamental aí localizado. Depois, passou a denominar-se de Praça da Constituição. Mais tarde, Praça Marechal Deodoro da Fonseca, denominação que permanece nos dias atuais (FUNDAC). Claro que no seu início o velho mercado era uma simples feira que rapidamente se transformou numa robusta edificação.

 merc1.jpg - 45.93 KB
IMAGEM DE 1910 DA PRAÇA DA CONSTITUIÇÃO. VEMOS O MERCADO CENTRAL (1), ANTIGA SEDE DO GOVERNO PROVINCIAL E HOJE MUSEU DO PIAUÍ (2), ANTIGO TRIBUNAL DE JUSTIÇA E HOJE LUXOR HOTEL; IGREJA N.S. DO AMPARO AINDA SEM AS TORRES, CONSTRUÍDAS SOMENTE NOS ANOS 1950 (4). FOTO: G. MATOS, ACERVO DO ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO. 

Leia mais: O Mercado Central de Teresina na História

www.000webhost.com