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História

A escravização de ex-escravos no Piauí

Nem sempre uma manumissão (alforria legal de um escravo) era o fim  de um triste e penoso arrastar de sofrimentos e privações no Brasil Provincial, mesmo poucos anos antes da abolição de 1888. Claro que alguns começavam euforicamente uma nova vida, livre, notadamente aqueles que tinham profissões valorizadas, como barbeiro, sapateiro, marceneiro, etc. Entretanto, não era incomum o cúmulo de ex-escravos, libertos às vezes por seus próprios donos, voltarem a ser escravizados, mesmo com documentação de alforria.  

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IMAGEM ILUSTRATIVA DE ESCRAVOS CARPINTEIROS NO BRASIL ANTIGO. FONTE: http://letraespirita.blogspot.com.br/2016/02/voce-sabia-espiritas-ajudaram-na.html 

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A Velha Maria Fumaça da Parnaíba

A locomotiva “Maria Fumaça”, prefixo 29, é um dos mais importantes equipamentos da época de ouro da história recente do Piauí, se encontra atualmente na Esplanada da Estação servindo de atrativo turístico à cidade de Parnaíba, tem procedência da rede de Viação Cearense, Estrada de Ferro Central do Piauí e Rede Ferroviária Federal S/A.


Maria-Fumaça, exposta no centro de Parnaíba-PI.

Possui bitola 1,00 m, com 40 cm de diâmetro dos cilindros, configuração das rodas 0-4-0 e 57 cm de curso dos pistões. Seu comprimento é de 5,22 m. Graças a um trabalho da Secretaria da Cultura de Parnaíba, em 2006 (Gestão Arlindo Leão), ela foi incluída no Inventário das Locomotivas a Vapor do Brasil, sendo, portanto, a única do Piauí a fazer parte da Memória Ferroviária Nacional. O Inventário das Locomotivas a Vapor do Brasil encontra-se em todas as bibliotecas públicas do país e entidades do exterior ligadas ao setor de ferrovia.

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A chácara Lavinópolis

A Teresina do início do século XX mergulhava celeremente na modernidade. Os equipamentos de infraestrutura se instalavam progressivamente, tais como abastecimento de água encanada (1904), telefonia (1907) e energia elétrica (1914). Novas ruas eram abertas e a urbe se expandia além dos limites circunvizinhos ao trecho Praça Uruguaiana (atual Rio Branco) e da Constituição ou Largo do Amparo (atual Marechal Deodoro).  

Já se podia tomar sorvetes e cerveja gelada até antes do advento da energia elétrica, através de geladeira a querosene nos requintados cafés da Praça Rio Branco.  A vida social e política fervilhavam principalmente neste logradouro. A moda e costumes europeus avançavam tenazmente no meio da população mais favorecida.

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IMAGEM DE POSTAL DATADA DE 1925 MOSTRANDO A ATUAL PRAÇA RIO BRANCO. OBSERVA-SE A PRESENÇA DE VASTA ARBORIZAÇÃO, POSTES DE FIAÇÃO ELÉTRICA E, NA EXTREMA DIREITA, O ANTIGO CORETO PRODUZIDO NA INGLATERRA. REPRODUÇÃO.

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Primórdios da iluminação elétrica em Teresina

Seria inimaginável nos vermos hoje prescindindo da energia elétrica, presente em todas as áreas da vida social e econômica das populações.  O conforto e produção moderna só são possíveis graças ao domínio desta extraordinária forma de energia, desde o final do século XIX.

Claro que nem sempre foi assim. Houve tempos, digamos, bastante turvos..... Segundo top7ranking.openbrasil.org até por volta de 1880, todas as pessoas do mundo viviam sem eletricidade. As indústrias tinham motores que funcionavam com máquinas a vapor, assim como as ferrovias. Dormia-se cedo e, se queriam sair durante a noite, as pessoas passeavam pelas ruas e praças das cidades, a pé mesmo, fossem ricas ou pobres, onde havia a iluminação da lua cheia em alguns dias e alguns pontos onde tochas – e depois a iluminação a gás, querosene ou óleo de baleia . Na iluminação pública usavam-se os lampiões nas ruas e era um trabalho tão demorado que, quando o encarregado terminava de acender o último lampião, já iniciava o desligamento dos primeiros, pois o dia já amanhecia.

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ANTES DA ENERGIA ELÉTRICA, A ILUMINAÇÃO NOTURNA ERA À BASE DO FOGO DE VELAS E LAMPIÕES QUE FUNCIONAVAM COM QUEROSENE. QUANDO O DIA ACABAVA, HAVIA SEMPRE ALGUÉM QUE SAÍA PELAS RUAS ACENDENDO OS POSTES. FONTE: HTTP://TOP7RANKING.OPENBRASIL.ORG/2014/03/CURIOSIDADE-7-PROFISSOES-PECULIARES-QUE.HTML.

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O catastrófico acidente da Marimbá em 1957

O dia 13 de julho de 1957 ficará para sempre na memoria do piauiense, notadamente dos moradores das cidades distantes entre si uns 130 km, Piripiri e Altos. Neste fatídico dia, um sábado, por volta das 16 horas, houve um pavoroso desastre rodoviário pouco depois de Altos-PI sentido Teresina-Altos, que vitimou 33 pessoas, inclusive o então prefeito de piripiriense Joaquim Canuto de Melo (1903-1957) em seu segundo mandato.

O trágico ocorrido se deu por conta de um violentíssimo choque frontal entre um ônibus da empresa Marimbá (linha Parnaíba-Teresina) e um caminhão carregado de toras de maneira. Isto ocorreu a cerca de 1,5 km do centro de Altos sentido Teresina, nas vizinhanças do sírio Buritizinho. 

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SÍTIO BURITIZINHO, ALTOS-PI, ÀS MARGENS DA BR ONDE OCORREU A TRAGÉDIA.

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