O trator fantasma de Sete Cidades

O velho Luís Morais era um depositário da história antiga e das lendas do Parque Nacional de Sete Cidades-PI.  Nascido em 1926, Morais faleceu cerca de dez anos atrás.  Foi encarregado da Unidade de Conservação no início dos anos 1960 e vivia em seu sítio na porção norte do Parque, após ter sido proprietário de terras onde seria criado o Parque. Antigo boêmio do campo, prosador e filósofo popular, é considerado uma das mais folclóricas personagens de Sete Cidades.

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 SEU LUÍS MORAIS EM 2001. 

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Avalanche ufológica em Teresina em 1969

O estado do Piauí, de baixa densidade demográfica (pouco mais de 12 hab/km²) e grande território (mais de 250.000 km²) sempre foi alvo de avistamentos ufológicos. A imprensa em si nunca registrou grande número de casos ao longo dos últimos 50 anos, em decorrência da deficiência de informações, distâncias, transportes e meios de comunicações. 

Consultando nossos arquivos, descobrimos, porém algo muito estranho. De maio a julho de 1969 houve uma série de avistamentos na própria capital, Teresina. Se forem consultados todos os jornais antigos do Piauí, em nenhum momento se achará quatro testemunhos em tempo tão restrito, cerca de dois meses. Também curioso é que dos quatro, dois foram na região central da cidade e dois deles, nas duas praças mais centrais da capital.

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 POUCOS MESES ANTES DOS CASOS ABAIXO CITADOS O EXTINTO “JORNAL DO PIAUÍ” JÁ SE OCUPAVA COM CASOS  UFOLÓGICOS NO BRASIL. CRÉDITOS DA IMAGEM: http://reneemoura.blogspot.com.br

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A luz misteriosa que "tomou conta" de um ônibus de excursão nas imediações de Piracuruca-PI

O senhor Francisco Monteiro da Silva, vulgo “Maninho”, engraxate conhecido da praça Rio Branco no centro de Teresina-PI, me contou um fato interessante e resolví descreve-lo, isso aconteceu em agosto de 2005. 

Estávamos conversando, enquanto ele cuidava dos meus sapatos, quando falei que era natural de Piracuruca, ele olhou pra mim e disse: “aquela terra é estranha”, perguntei qual o motivo dele pensar dessa forma, ele me disse que por volta de 1994 ia para Luiz Correia em um ônibus de excursão, ao passar por Piracuruca, já era madrugada, de repente uma luz tomou de conta de ônibus, só ele estava acordado e percebeu o fenômeno, no ano seguinte, 1995, o mesmo fenômeno aconteceu novamente, dessa vez o motorista do ônibus também percebeu, diz ele: “foi como se aquela luz tivesse tomado conta do ônibus e ele tivesse flutuado, o mundo naquele momento parou, depois, a luz deixou o ônibus, o motorista olhou pra trás e perguntou se eu tinha visto, disse que sim, ele acelerou o ônibus e seguiu viagem”.

É grande o número de turistas que se dirigem ao litoral do Piauí, principalmente entre os meses de agosto a outubro, nesses meses são centenas de ônibus de excursão todos os finais de semana.

O caso Chiquinho

Este estranho e suposto caso ufológico se passou no ano de 1994, na sede do município piauiense de Castelo do Piauí. Foi registrado no nosso livro NA TERRA DOS CASTELOS (2000).  A nossa cena se passa na praça principal da cidade, onde está a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Desterro. O protagonista é Francisco Germano de Sousa, o Chiquinho, então vigia da Prefeitura Municipal.

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NA PRAÇA DESTA IGREJA ACONTECEU O SUPOSTO FENÔMENO UFOLÓGICO

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O “Carro-Fantasma” de Sete Cidades

O “Carro-Fantasma” é um tipo de fenômeno inexplicável, luminoso, que ocorre nas solidões rurais do Nordeste e possui similares na Amazônia. Os depoimentos em estados diferentes, em épocas diferentes e em circunstâncias diferentes, quase sempre coincidem. Há um padrão comum a todos.

Apresenta-se como um distante facho de luz (ou dois), às vezes acompanhado por um suave rumor, como se fosse de um motor. 

Nas imensas dunas do Parque dos Lençóis Maranhenses é conhecido como Jipe-Fantasma ou Caburé, com as mesmas características do “Carro-Fantasma”.

Na Amazônia, região de hidrografia muito rica, é conhecido pelos ribeirinhos como “Barco-fantasma” ou “Vapor-Fantasma”, e às vezes também é chamado de Caburé. 

Eis aqui um caso sobre o famoso carro-fantasma das solidões rurais, desta vez no Parque Nacional de Sete Cidades, norte do estado do Piauí, publicado no nosso livro Arrepios e Assombrações em Sete Cidades (2001):

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