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Cerca de 06 km da cidade de Pedro II rumo a Piripiri-PI, próximo ao balão que liga a BR 404 à cidade  de Lagoa do São Francisco, está um dos mais pitorescos museus do Nordeste: O Museu da Roça, localizado num sítio às margens da BR-404. 

Idealizado pela proprietária do local em 2004, Anitalice Galvão criou um ambiente bucólico, cultural, ecológico e curioso. O Museu abre regularmente de sexta a domingo, mas também em ocasiões especiais a pedido. No período do Festival de Inverno, que ocorre em junho em Pedro II, milhares de pessoas acorrem ao local, para se deleitar de suas famosas antiguidades, da vegetação exuberante e da decoração atrativamente rústica e rural. 

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PALHOÇA DE ENTRADA DO MUSEU DA ROÇA.

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No início dos anos 1960 o teresinense não convivia com nenhuma casa de cinema de qualidade. Havia o velho Cine-Teatro 4 de Setembro, o vizinho Cine Rex e o Cine São Raimundo, o “Cine Poeira” no Bairro Piçarra, que não ofereciam nenhum conforto aos seus frequentadores. Eram quentes, mal cuidados, poltronas desconfortáveis e exibiam geralmente filmes antigos. Claro que marcaram gerações de jovens e adolescentes, que pouco se preocupavam com o conforto, antes preferindo a emoção das películas. O importante era a tensão ante os perigos na película, os infindáveis comentários. Parte de nossa adolescência tinha como foco de lazer estes dois cinemas. Na falta de  assentos chegamos a sentar no assoalho ou deitar na parte dianteira das cadeiras. E tome bombom Pipper (chamávamos píper).

 Ninguém esquece os emocionantes bang-bangs, zorros ou seriados, e quando a fita cortava ou queimava a sessão era interrompida para os reparos do operador de câmera de projeção, o que gerava vaias e os tradicionais gritos de “ladrão”. Feito o reparo tudo terminava em festa com a vitória do “mocinho” contra o “bandido” ou com a chegada da “cavalaria”.

No início daquela década as senhoritas e senhoras de nossa sociedade raramente frequentavam aqueles cinemas, desprovidos do mínimo conforto e asseio. Nossos cinemas já tiveram dias melhores décadas antes.

Tudo mudou com a constituição da moderna empresa Cinemas e Hotéis Royal Ltda, desde 1/2/1967, no cruzamento da Rua Coelho de Rodrigues com Treze de Maio. Moldada no exemplo da então invejável estrutura da rede nacional Grupo Luiz Severiano Ribeiro, (hoje Kinoplex, ainda com 215 salas), o Cine Royal inovou com modernidade e conforto. Apareceu o lanterninha, a sessão contínua e o ar condicionado, elementos desconhecidos dos decadentes cinemas teresinenses.

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BILHETERIA DO ANTIGO CINE ROYAL. FONTE: www.piauihp.com.br  

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Estando em Castelo do Piauí, não deixe de visitar e conhecer o rico e vasto acervo do Museu do Tito, que, diga-se de passagem, é um dos maiores do Brasil. Se fôssemos enumerar as tantas coisas que vimos em uma rápida visita ao local, não caberia nesta narrativa, pois encontramos ali as verdadeiras raízes da cultura castelense e nordestina.

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O MUSEU DO TITO ESTÁ ATUALMENTE NA AV. ANTONINO FREIRE, PRÓXIMO AO CRUZAMENTO COM A RUA COELHO NETO, EM CASTELO DO PIAUÍ. IMAGEM: PORTALCDP / AUGUSTO JÚNIOR. 

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Não mudou muita coisa no seu modesto ambiente de trabalho desde que o vimos pela primeira vez nos anos 1990. O mestre-santeiro José Joaquim de Araújo, nascido em 1952 e natural de Domingos Mourão começou a demonstrar sua extraordinária pré-fase em esculpir Arte Sacra por volta de 1961, em sua cidade natal, onde esculpia ex-votos por encomenda.

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ARAÚJO MORA NESTA CASA NA VILA KOLPING, EM PEDRO II. 

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No ano de 2005 visitei o museu do Zé Didôr em Campo Maior-PI, entre as milhares de relíquias ali expostas, duas me chamaram a atenção: 


ZÉ DIDOR