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O Instituto Arco Verde de Peripery

O embrião da pitoresca cidade de Piripiri foi implantada em 1844 através de fazenda constituída pelo sacerdote Padre Domingos de Freitas e Silva (1798-1868), um dos baluartes da independência do Piauí, vindo de Parnaíba.

Segundo o historiador e memorialista piripiriense Evonaldo Andrade o Padre Domingos de Freitas e Silva foi um dos primeiros professores do Piauí. Na sua fazenda na antiga Peripery ensinava noções de ensino primário e latim.

Educador nato, o padre Freitas percebeu que deveria fundar uma escola no povoado Peripery, o que só conseguiu efetuar em 1877. Grandes políticos e intelectuais piripirienses foram alunos do educador.

Após o falecimento do Padre Freitas em 1868, houve um lento crescimento da educação em Peripery, como a fundação do Colégio São José, fundado por um dos discípulos do religioso, Antônio Lopes Castelo Branco (n.1863-?). Novas escolas foram instaladas, tanto pelo poder municipal como pelo estadual, embora todas tivessem atuação muito limitada, dificuldades pedagógicas e materiais, etc.

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RESOLUÇÃO DO GOVERNO PROVINCIAL CRIANDO A INSTRUÇÃO PRIMÁRIA NO POVOADO PERIPERY EM 1879. COPIADO POR EVONALDO ANDRADE/ALMANAQUE DE PIRIPIRI.

Surge o Instituto Arcoverde

A primeira escola de renome de Peripery surgiu em 15 de novembro de 1908, o Instituto Arcoverde (era grafado Arco Verde). Particular, era destinada aos níveis primário e secundário. Foi fundado por um trio de intelectuais pedagógicos da época: o cearense (?) Padre Antônio Bezerra de Meneses (? - ?) pároco da vila, João de Freitas Filho (1883-1948), piripiriense conhecido carinhosamente como Lolô, coletor estadual, professor, músico (diretor da banda Euterpe Piripiriense), membro do Conselho Municipal, e o nativo de Barras, José de Arimathéa Tito (1887-1962), grande jornalista, poeta, professor,  desembargador, etc. 

O padre Bezerra de Meneses foi pároco de Peripery de 09 de agosto de 1908 a 16 de abril de 1914. É possível que tenha sido dele a ideia de homenagear o nascente instituto educacional com o nome do Cardeal Arcoverde, o pernambucano Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti (1850 - 1930) primeiro sacerdote brasileiro a ser elevado ao título e dignidade de cardeal na América Latina (wikipedia.org).

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CARDEAL ARCOVERDE, EM QUADRO DO PINTOR E DESENHISTA PAULISTA ALMEIDA JR. (1850-1899) FONTE: WIKIPEDIA.ORG.

Os entusiásticos festejos de 15 de novembro

Em 11 de dezembro de 1913 o jornal teresinense Diário do Piauhy, órgão oficial dos poderes do Estado, publicou uma matéria extensa sobre os festejos do encerramento das aulas do Instituto que ocorreram concomitantemente com as comemorações da Proclamação da República, em 15 de novembro. Como o autor identifica-se como um piripiriense, poder-se-ia imaginar ter sido escrito por Lolô Freitas, o único piripiriense dos três fundadores. Mas é possível que tenha sido redigido pelo trio. Vejamos o texto, com ortografia atualizada.

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FONTE: JORNAL DIÁRIO DO PIAUHY 11 DE DEZEMBRO DE 1913.

Completou a 15 de novembro último, o seu 5º ano letivo este conceituado colégio, fundado e dirigido pelo nosso atual vigário, o distintíssimo padre Antônio Bezerra de Menezes, colégio que tem sido uma alavanca poderosa no progresso e desenvolvimento da mocidade de nossa cara terra. Talvez tenha sido este um dos anos em que o Arcoverde tenha se coberto de mais pomposas solenidades.

No dia 14, véspera do encerramento das aulas, amanheceu repletamente enfeitado de cortinas e bandeirolas o prédio onde funciona aquele colégio, para terem lugar os exames dos diversos alunos. 

Pelas 07 horas da manhã, o exmº sr. coronel Tomaz Rebelo de Oliveira Castro, intendente municipal e presidente da mesa examinadora abriu a sessão e tiveram começo os exames, que foram assistidos por distintos cavalheiros da nossa sociedade. 

Os examinadores arguiram longamente os seus examinandos sobre as matérias estudadas neste ano, em cujas arguições todos se saíram bem. Depois de terminados os trabalhos, o presidente encerrou a sessão pelas 12 horas.

No dia seguinte, dia do encerramento das aulas e comemoração da proclamação da República, pelas 05 horas da manhã, houve alvorada em frente ao colégio; pelas 07 horas houve uma missa solene Assistida pelos colegiais, alunos das escolas públicas de ambos os sexos, uniformemente trajados, distintas famílias de nossa sociedade e honrados cavalheiros. 

Terminada a missa, que foi acompanhada a cânticos sacros e em algumas partes pela nossa Euterpe (banda musical), que hora executava entusiasticamente o Hino Nacional, ora lindos dobrados, os alunos entoaram um cântico de despedida à Santíssima Virgem, depois incorporados às excelentíssimas famílias e honrados cavalheiros, tendo em frente o pavilhão nacional e estandarte do colégio, dirigiram-se, em cortejo, percorrendo a Praça da Matriz, à casa do revmº padre Antônio Bezerra de Menezes, que os aguardava com suntuoso banquete.

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OS ALUNOS PERCORRERAM A ATUAL PRAÇA DA BANDEIRA DURANTE O EVENTO. FONTE: FACE DE FABIANO MELO. 

Às 12 horas houve no Conselho Municipal uma reunião literária, na qual tomaram parte os colegiais e alunos das escolas públicas de ambos os sexos e grande parte da elite piripiriense. 

Aberta a sessão, tiveram a palavra diversos oradores, que no meio de aplausos, discorreram sobre a data da Proclamação da República e sobre o encerramento das aulas. Depois foram pelos alunos entoados vários hinos, que com a sua majestosa música entusiasmaram aos presentes não mais que o Hino Nacional, que a cada instante era executado pela Euterpe.

Ás 05 da tarde imponente passeata formada pela elite piripiriense tendo em frente o Pavilhão nacional e o estandarte do colégio, percorreu as principais praças desta Cidade, deleitada por belíssimos hinos, entoados pelos alunos e entusiasmada pelo Hino Nacional que a todos os instantes no meio de calorosos vivas, era majestosamente executado.

E assim se passaram os festejos do encerramento das aulas do instituto Arcoverde, estabelecimento de instrução primária e secundária, que muito bom resultado tem dado à mocidade estudiosa desta terra.

Existe uma única imagem dos alunos e diretores do Instituto, porém não sabemos se é anterior ou posterior a matéria que reproduzimos. Somente os três jovens diretores são identificados. Como se pode observar, todos, diretores e alunos, foram numerados. E a identificação destes números estava no verso. Entretanto, esta e outras imagens foram doadas pelo intelectual piripiriense Fabiano Melo há alguns anos ao Museu de Peripery e de lá desapareceram. Foi uma perda irreparável para a cultura e História de Piripiri.

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OS TRÊS JOVENS DIRETORES E OS ALUNOS, CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM ANO NÃO IDENTIFICADO. IMAGEM DE AUTORIA DESCONHECIDA, PUBLICADA NO FACE DE FABIANO MELO.

Felismino Weser se destaca por sua retórica

Um dos alunos do Instituto destacou-se dos demais: Era o grande intelectual piripirense Felismino Freitas Weser (1885-1984), figura de destaque na educação de sua Cidade e em Teresina.  Só para se ter uma ideia, Felismino era ao mesmo tempo aluno e membro da banca examinadora, como veremos abaixo. O ilustre piripiriense, orador exímio, foi designado pela direção do Instituto para transcrever seu discurso para o jornal Diário do Piauhy. Como era nascido em 1885 e a matéria publicada em 1913, contava, portanto com cerca de 28 anos neste evento. Não se estranhe esta sua idade para o nível secundário, pois no próprio discurso Felismino ressalta o atraso educacional com que conviviam os rapazes de Peripery antes da instalação do Instituto Arcoverde. 

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FELISMINO WESER E ESPOSA. FONTE: ALMANAQUE DE PIRIPIRI.

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FONTE: JORNAL DIÁRIO DO PIAUHY 11 DE DEZEMBRO DE 1913.

Se o homem não tivesse certos deveres a cumprir de que muitas vezes não, pode se escusar, eu não ocuparia agora esta tribuna para no caráter de orador oficial, demonstrar arvoroso objeto destes festejos. Nem confiado em minhas limitadíssimas forças intelectuais; nem penetrado de ousadia ou vaidade transporia também o alto degrau desta tribuna; e se a ocupo, se me atrevi a romper este meu silêncio, foi confiado em vossa benévola atenção, que certamente me dispensará alguma falta, que só mesmo a incompetência e não a boa vontade fará escapar. Foi para cumprir um dever e mais que dever ainda. 

Foi para cumprir um dever máximo, daqueles de que não era lícito escusar-me, apresentar com os nossos colegas os nossos sinceros reconhecimentos ao Revmº Padre Antônio Bezerra de Menezes, este professor exímio, este mestre bondoso e delicado, este cidadão prestimoso, pelos esforços prestados em prol da nossa instrução e progresso geral de nossa terra, como também apresentar-vos em poucas e simples palavras o objeto destes festejos.

A instrução, senhores, é indiscutivelmente o caminho direto que conduz o homem à liberdade e á independência. À liberdade porque sem a instrução o homem não conheceria seus direitos nem daria cumprimento aos seus deveres. E por conseguinte, não seria liberto.

Á independência, porque independente é o homem que, cumprindo os seus deveres de cidadão, reconhece também os seus direitos.

Abrangendo estas duas propriedades que lhe são peculiares como acabo de demonstrar, a instrução comum conduz o homem à civilização e á sociedade, submetendo-o no bem estar social e familiar. Tal é o assunto a que me proponho neste momento.

Deixemos, por enquanto, senhores, os homens que se levantam pela fortuna, os efêmeros heróis que não terão estátuas, nem deixarão em nosso pensamento gravado por muito tempo a sua imagem.

Porém, quando um povo tem de abrir um novo capítulo de ideais nos anais de sua História, quando contempla com admiração a sua grandeza é forçoso que abandonando os seus labores quotidianos, se incorpore aos que com boas obras os guiam para a conquista da liberdade e da independência.

Tal tem sido entre nós o Revm° Padre Antônio Bezerra de Menezes, o eminente fundador do Instituto Arcoverde, o ilustre sacerdote desta paróquia, o provecto professor, o extremo lutador na arena tormentosa dos que cultivam o campo imenso das letras, que o nome o tem enobrecido como um dos mais insignes.

O instituto Arcoverde, uma de suas obras dentre muitas, fundada aqui nesta cidade desde o ano de 1908, como tão bem sabeis, foi a estrela luminosa que rompendo o espesso véu da ignorância em que jaziam muitos rapazes aqui, levou-os ao caminho da instrução.

Antes da existência do Instituto Arcoverde, senhores, a instrução aqui era quase inculta e somente cultivada por pessoas que dispunham de alguns recursos, pois só se podia estudar na capital do Estado. Rapazes inteligentes jaziam aí nas trevas da ignorância entregues a vaqueirice e a outros trabalhos pesados.Com a sua vinda tudo tornou-se fácil. O vaqueiro deixou o gibão e transformou-se em estudante e os que frequentavam o Instituto Arcoverde, observando em atenção a palavra proveitosa deste mestre bondoso, só poderão ter obtido bons resultados, como inúmeras são as provas, que deixo de apresentar porque penso mesmo que seria cansar a sua vossa atenção, já com muita razão, bastante com estas minhas desataviadas frases, descrevendo fatos por todos vós conhecidos, e por niguém contestados, como creio.

Sabeis mais, senhores, que este colégio comemora hoje o seu 5º ano letivo, que não foi menos proveitoso que os primeiros, e é esta uma das causas porque estamos solenizando este dia.

Permanecer silencioso em frente de tão justos festejos, não me era possível pois, no Instituto Arcoverde é que tenho colhido mais alguma instrução, tanto mais que tinha sérios deveres a cumprir.

Em seguida Felismino Freitas Weser passa a enaltecer também a  data  da proclamação da República, a mesma da fundação do Instituto prosseguindo seu erudito discurso neste novo sentido.

O resultado dos exames de 1913 do Instituto

Após as palavras dirigidas á República, encerra-se o discurso de Felismino e o jornal publica o resultado dos exames do Instituto de 1913, observando-se sempre o destaque do orador.

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FONTE: JORNAL DIÁRIO DO PIAUHY 11 DE DEZEMBRO DE1913.

O Diário do Piauhy em sua edição nº 283 de 11 de dezembro de 1913 cita os demais alunos, com os resultados dos exames. Vejamos os nomes dos alunos que prestaram exames:

Felismino Freitas Weser, Raymundo Lima Filho, Antenor Chagas Medeiros, Francisco Lima, João Mendes de Oliveira, José Augusto de Medeiros, Eulálio de Mello Castro, João Medeiros Barbosa, Luiz Cavalcante de Paula, Raymundo Juvêncio Araújo, Antônio Freitas, Hamilton Rezende, Joaquim Freitas, Manoel Getirana, Raymundo Lima Filho, José Alexandrino Morais e Pedro de Alcântara Machado.

A mesa examinadora era composta por:

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FONTE: JORNAL DIÁRIO DO PIAUHY 11 DE DEZEMBRO DE 1913.

O presidente da mesa organizadora era o Intendente Municipal da época, Coronel Thomaz Rebello de Oliveira Castro (1850-1932), a mais proeminente figura política de Peripery.  Ao longo de seus 82 anos, o coronel foi aluno do Padre Freitas nos anos 1860, foi inspetor do Ensino em Peripery em 1883, deputado provincial durante o Império, Intendente inúmeras vezes, membro do Conselho Municipal de Peripery, vice-governador do Estado (1904 a 1908), governador interino em duas oportunidades, Presidente da Câmara Legislativa (Estadual) e várias vezes deputado estadual. 

Os outros membros desta banca examinadora eram o próprio Padre Menezes, fundador do Instituto e o aluno mais brilhante, Felismino Freitas Weser. 

O resgate histórico-cultural 

Divulgado esta pequeno tesouro oculto da memória de Peripery, vem á tona algumas perguntas, questões e sugestões.

A primeira seria onde se localizava o Instituto? Ora, naquela época Peripery possuía apenas 9.00 habitantes (com 360 eleitores). Mas sabe-se que era comum a faixa de 70-80% da população viver no meio rural. Então Peripery era uma pequena vila. Quase tudo girava em torno da Praça da Igreja-Matriz de Nossa Senhora dos Remédios. Infelizmente, por mais que procurássemos saber, não conseguimos identificar o local onde funcionou o Instituto. Certamente alguns piripirienses, por tradição, devem saber onde se localizava.

Em segundo lugar sabemos dia mês e ano da fundação do Instituto: 15 de novembro de 1908. Porém, até quando funcionou o colégio?

O imponente Almanak Laemmert para 1915 ainda registra a existência do Instituto em 1914. Observem que o ex-aluno Felismino Weser dirige o Instituto Padre Domingos. 

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FONTE: ALMANAK LAEMMERT PARA 1915, 2º VOL. RJ, 1915.

Porém na edição seguinte do Almanaque, de 1916 em diante, infelizmente a instrução particular não é mais citada. Assim não sabemos se o Instituto varou o ano de 1914. 

É possível que com a transferência do Padre Menezes no início de 1914 para Castelo do Piauí aquele tenha sido mesmo o último ano do Instituto. O juiz distrital Arimathéa Tito talvez não tenha tido tempo suficiente para capitanear o empreendimento adiante; idem para João de Freitas Filho.

Em terceiro lugar, é lamentável que o Padre Bezerra de Menezes seja uma figura praticamente apagada da História de Piripiri. Sua obra, sua dedicação, seu pioneirismo praticamente despareceram da memória do piripiriense, exceções á parte. Sobre Lolô Freitas e Arimathéa Tito existe farta bibliografia, notadamente sobre este último, um destaque a nível estadual. Porém sobre o Padre? Parece que só é discretamente lembrado com o nome de uma Rua no Bairro São João.

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ESCOLA MUNICIPAL DESEMBARGADOR ARIMATHÉA TITO, CENTRO DE PIRIPIRI.

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ESTA PLACA CARCOMIDA É A ÚNICA A ASSINALAR A RUA JOÃO DE FREITAS FILHO

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ESTA PARECE SER A ÚNICA PLACA EM HOMENAGEM AO PADRE MENEZES, NO BAIRRO SÃO JOÃO.

Seria interessante ao piripiriense moderno, brioso de suas origens, que fosse feito um resgate histórico mais profundo da história de sua educação, notadamente daquela do Instituto Arcoverde. O notável historiador e memorialista Evonaldo Andrade fez um imenso apanhado da educação em Peripery desde a chegada do Padre Freitas até tempos modernos, publicando textos no site www.cliquepiriri.com, sob os títulos de História da Educação em Piripiri. Porém nos ressentimos de mais informações sobre o notável Padre Bezerra de Menezes e de seu Instituto. 

Nos arquivos da Paróquia de N.S. dos Remédios em Piripiri existem apenas os registros de batismos do padre durante sua estada na Cidade. Talvez no convento existam alguns arquivos valiosos.

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TRECHO DA SEGUNDA PÁGINA DO LIVRO DE BATISMO DE 1913, ONDE SE PODE OBSERVAR A ASSINATURA DO PADRE MENEZES. FONTE: ARQUIVO PARÓQUIA N.S. DOS REMÉDIOS-PIRIPIRI.

Não desconhecemos o papel relevante que unidades escolares criadas antes ou após a instalação do Instituto tiveram na formação educacional do piripiriense. Porém é forçoso reconhecer que foi o colégio do Padre Menezes que alavancou a formação intelectual da antiga Peripery.

Ainda sobre o Padre Bezerra de Menezes, sabemos que em abril de 1914 o sacerdote foi transferido de Peripery para Castelo do Piauí, a antiga vila de Marvão. Daí não sabemos mais nada sobre ele.

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FONTE: JORNAL DIÁRIO DO PIAUHY 04 DE JUNHO DE 1914.

Bibliografia consultada:

Almanak Laemmert para 1915, 2º vol. RJ, 1915.

Andrade, Evonaldo. História da educação em Piripiri, I e III. Acesso no portal cliquepiripiri.com.br .

Jornal Diário do Piauhy. Edições de 11 de dezembro de 1913 e 04 de junho de 1914;

Melo, Cléa Rezende de. Memórias de Piripiri. 2ª ed., 2001.

Santana, Judith. Piripiri. Editado em 1972.

www.wikipedia.org.

 
www.000webhost.com