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Arqueologia, etnografia e pré-história

As inscrições rupestres no Riacho Caldeirão em São José do Divino-PI

Distante cerca de três quilômetros do município de São José do Divino, perto da estrada que liga o município à cidade de Piracuruca, localiza-se nas margens do Riacho Caldeirão, uma pedra com intrigantes inscrições rupestres, tive a oportunidade de visitar o local no ano de 2003.

As pinturas são em formatos de mãos, um sol rodeado de pequenos pontos, além de outras figuras geométricas e alfabéticas, aparentemente a pedra vem sofrendo um processo de depredação ao longo do tempo, algumas inscrições estão apagadas e outras perderam o seu formato original.


FIGURAS ALFABÉTICAS
 

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Capitão de Campos: o fantástico Riacho Jacu

Algumas pinturas rupestres multimilenares; rochas com formatos que lembram ruas, avenidas, torres muralhas e fortalezas; deliciosas piscinas naturais de águas límpidas e cristalinas, além de pequenas quedas d’água... Um gracioso arco de pedra... Um bloco rochoso esférico de algumas toneladas de peso, assentado artificialmente sobre três pináculos de pedra... Dois enigmáticos animais de pedra que se miram mutuamente... Uma natureza (ainda) preservada...

Pelas descrições acima até parece que nos referimos aos incríveis bosques das Sete Cidades do Piauí, situados no norte do Estado. Porém, na verdade estamos falando do bosque do Riacho Jacu, situado a 26 km a sudeste da cidade de Capitão de Campos (também norte do Piauí), não mais do quer 60 km ao sul de Sete Cidades. É um local de fácil acesso, a partir da BR-343, através de estradas carroçáveis, complementado por uma pequena caminhada.

Com o início do verão (o “inverno” dos caboclos) a aparência do local muda radicalmente. De uma vegetação seca de um leito rochoso – do Riacho Jacu- regado por escassos filetes d’água, o local torna-se um aprazível (e quase desconhecido) centro de lazer, com o revigoramento da flora e com a generosa abundância das águas, que ocupam torrencialmente cercanias.

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  UMA DAS CORREDEIRAS DO RIACHO JACU

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Crescimento urbano de Piracuruca se mostra como uma ameaça à preservação de sítios arqueológicos

A cidade de Piracuruca- Piauí, situada a cerca de 196 km da capital Teresina, está inserida em um importante cenário arqueológico, prova disso são os inúmeros sítios arqueológicos encontrados dentro do seu território, só catalogados no site do IPHAN são mais de 40, essa quantidade expressiva de vestígios pré-históricos coloca a cidade como um relevante centro de encontro e/ou passagem dos povos primitivos, é válido lembrar que dentro do Parque Nacional de Sete Cidades, situado a cerca de 18km do centro do município, também ocorrem vários sítios arqueológicos, o mesmo acontece com diversos centros arqueológicos importantes existentes no norte do Piauí como: Guaritas em Bom Princípio, Arco do Covão em Caxingó, Buriti dos Cavalos em Piripiri, Lapa e Torres em Pedro II e alguns outros.


VISTA DE CINCO SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS PRÓXIMOS À ÁREA URBANA DA CIDADE DE PIRACURUCA (IMAGEM: GOOGLE EARTH)

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Monstros e ETs de Buriti dos Cavalos

O fantástico conjunto de sítios arqueológicos de Buriti dos Cavalos situa-se a sudeste da cidade de Piripiri, rumo à aprazível cidade de Pedro II. A característica marcante do relevo local, de domínio da unidade sedimentar Formação Cabeças é a presença concentradora de estruturas areníticas convexas ou abobadadas, isoladas ou, mais comumente, agrupadas e alongadas, em forma de sequências de cascos de tartarugas.

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RELEVO ARENÍTICO EM FORMA DE CASCO DE TARTARUGA, BURITI DOS CAVALOS, PIRIPIRI.

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Enigmáticos visitantes do Piauí pré-histórico

Além dos tradicionais nativos brasílicos, povos exóticos devem ter participado da pré-história piauiense. Trabalhos não convencionais e independentes, escritos principalmente ao longo dos séculos XIX e XX, procuraram demonstrar a existência de vínculos do nosso antigo Piauí com outros povos distantes, hoje quase esquecidos.

Afinal, a nossa antiguidade pré-cabralina desenvolveu-se exatamente como rezam os intragáveis manuais catedráticos de arqueologia ou aconteceram fatos totalmente inusitados no cotidiano de nossos primitivos habitantes? Eles travaram contato com povos estrangeiros, povos de outros continentes ou até de outros mundos? É o que pensam alguns autores.

Ludwig Schwennhagen (1870-1932), um professor austríaco que viveu no Piauí entre 1925 e 1929, foi o primeiro a mergulhar com afinco na possibilidade da existência de contatos de povos do Mundo Antigo com o nosso Piauí pré-histórico. E o principal destes povos seria o de intrépidos navegantes e comerciantes fenícios. Na opinião do pesquisador, as afamadas Sete Cidades do Piauí teriam sido a sede de um congresso tupi-fenício, centro da administração de um complexo sistema de explorações comerciais e minerais no nosso território e parte do Ceará.

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 UMA DAS “MURALHAS” DE SETE CIDADES, CENTRO RELIGIOSO DE FENÍCIOS.

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