Jazidas de siltito produzem lajes para revestimento

Na Bacia Sedimentar do Parnaíba, onde se insere integralmente o município de Piripiri-PI é comum a presença de uma rocha dura chamada siltito. Em vários municípios ela é extraída por trabalhadores tipo garimpeiro ou por empresas nacionais e até transnacionais. 

Quando a rocha se mostra muito compacta, serve para confecção de paralelepípedos. Mas o maior valor está em sua ocorrência na forma de placas. As de melhor qualidade são esquadriadas, padronizadas e vendidas no mercado nacional e até internacional. Delas se fazem mesas, pisos internos e revestimento para paredes. 

As de qualidade inferior vemos muito nas residências mais modestas na forma de cercas, pisos de calçadas, revestimento de paredes, etc. 

Para valorizar o material, chama-se comercialmente (de forma errada) o siltito de “quartzito” ou “ardósia”, rochas metamórficas de maior valor. 

A de Piracuruca-PI, de cor escura, está desvalorizada no mercado. A de Piripiri, Juazeiro do Piauí e Castelo do Piauí, de cor cinza-amarelada são as mais valorizadas atualmente. 

O siltito de Piripiri é explorado nas cercanias do Povoado Pé-do-Morro, ao longo da BR-404 que liga a cidade a Pedro II. 

 

 

 

 

 

 

 

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